Testes e garantia da qualidade de apps

O mercado global de desenvolvimento de aplicativos para dispositivos móveis esta  aquecido e deve permanecer assim por um bom tempo.  Cada vez mais soluções tem surgido e a disputa pela atenção do usuário esta bem acirrada.  Aplicativos que executem tarefas complexas e facilitem a vida do usuário tem chamado muita atenção. Esse aplicativos tem ganhado complexidade, ganhando diferentes funcionalidades e se integrando a diversas plataformas na internet.  Mas como manter a aderência aos cenários, realizar testes reais e receber um feedback sobre a experiência de usabilidade pessoas usando o seu app? Membros da equipe que esta desenvolvendo o aplicativo tem uma experiência viciada, justamente por saber como funciona e qual será a tela seguinte. Como testar com grupos de pessoas que nunca usaram aquele aplicativo ?

A equipe da  Testlio se propõe a realizar os testes do aplicativos de terceiros usando diferentes abordagens. Esse tipo de serviço pode ser bem interessante para startups que estejam começando seu negócio e não desejam ter custos fixos com equipes de testes de usabilidade.

Existem basicamente dois tipos de perfis na plataforma: donos de aplicativos buscando por testers e pessoas que desejam adquirir experiência testando aplicativos.  Assim, a Testlio realiza a ligação entre esses dois para que ambos atinjam seus objetivos, realizando a supervisão dos projetos e testes realizados.

Para aqueles que desejam aprender, será realizado um treinamento com profissionais experientes da área de teste, onde será passado o conhecimento necessário para realizar testes de cobertura de funcionalidades.

Conheça mais : Testlio

 

Computação na pesquisa da cura do Câncer

Sabia que é possível usar esse recurso de computação ocioso para auxiliar na pesquisa de cura para doenças como Câncer, Parkinson, Alzheimer e outros males que fazem vítimas todos os dias ?

Grandes centros de pesquisa estão empenhados em reproduzir os complexos cenários de simulação e testes de soluções utilizando modelos computacionais. Para executar o cenários e efetuar todos os cálculos, precisam de muito poder computacional.  A fórmula é bem simples, mais computadores, maior o número de cenários e pesquisas sendo realizadas em paralelo. Menor o número de computadores, maior o tempo de pesquisa e mais gente sendo afastados ficamos da busca da cura.

Para aumentar o pode computacional, esses centros utilizam computação baseada em GRID composta por milhares de computadores. Cada nó da GRID ( computador ) possui um programa que realiza o download de um problema e processa quando a máquina não esta em uso ( pode ser configurado ) e envia a resposta para o centro de pesquisa. Tudo isso sem a intervenção do usuário e sem perda de performance.

Eu estou usando o Folding@Home da Standford no meu Macbook. Abaixo algumas das telas do programa:

Tela inicial Folding home
Tela inicial Folding home

 

Dashboard de configuração de processamento
Dashboard de configuração de processamento

Na primeira execução, o programa escolheu o cenário 7812.

Esse é o processamento até agora :

Cenário em execução
Cenário em execução

 

Esses são algumas iniciativas que pesquisei :

http://folding.stanford.edu/

http://csn.cancer.org/node/255055

http://dceg.cancer.gov/tools/design/power

Vale a pena experimentar e ajudar.

 

 

Desenvolvimento mobile com AppGyver Steroids

Recentemente, testei o desenvolvimento de aplicativos para iOS usando HTML5, CSS e Javascript através da plataforma Steroids.

A solução da AppGyver permite a criação de soluções usando recursos de Web, Phonegap e Cordova.  A proposta é bem interessante, pelo fato de utilizar conhecimento e recursos que já realizem o desenvolvimento de soluções Web, podendo criar soluções iOS e Android.  A instalação do ambiente de desenvolvimento é bem simples e esta disponível para Windows e Mac.

O que achei mais interessante foi testar a aplicação rodando no iPhone ou iPad sem a necessidade de uma conta de desenvolvedor na Apple Store.

Rodei algumas das aplicações exemplo usando o console.  A experiência de navegação no iPhone 4S não foi boa e muitas vezes a carga da página seguinte levou mais tempo e a ampulheta de carga foi apresentada. Na aplicação nativa isso não aconteceria. Outra desvantagem é que o Steroids não permite drag-and-drop nas interfaces e o suporte a base de dados usando sqlite é bem limitado.

Uma ferramenta lançada recentemente pela AppGyver é o prototyper que permite criar a aplicação, mesmo para pessoas sem o conhecimento de desenvolvimento.

Conclusão

AppGyver pode ser uma excelente solução para apresentação de protótipos e validação de interfaces. Principalmente para a protipação rápida usando o prototyper. A documentação é bem razoável e a capacidade de extensão através do uso de APIs é boa.

Mesmo com toda a facilidade oferecida,  a performance da aplicação ainda esta muito abaixo. Mas não usaria para uma solução comercial.

 

Como a visão computacional fez um peixe dirigir

Inúmeras aplicações tem surgido através da aplicação de técnicas de detecção de objetos utilizando visão computacional. No vídeo abaixo, temos um exemplo utilizando a alimentação do sistema de direcionamento baseado na posição detectada do peixe.

Convertendo máquina virtual VMWare para Virtual Box

Me deparei recentemente com a necessidade de migrar uma máquina virtual instalada no VMWare para uma instalação do Virtual Box. Elaborei esse procedimento e estou compartilhando:

1 – Desligue sua máquina virtual no Vmware Player .  Para que o processo seja bem sucedido, ela precisa estar desligada.

2 – Usando o terminal, vá até a pasta de instalação do VMWare player. Lá deve ter uma pasta chamada “OVFT”. Esse utilitário permite a conversão para o formato de intercâmbio entre soluções de virtualização.  ( Caso não tenha, abaixo tem um link onde pode-se baixar esse utilitário )

Ainda no terminal, execute o comando abaixo:

{diretorio de instalação do vmware player}\OVFTool\ovftool “{caminho para sua maquina virtual}” “{caminho para a máquina exportada}”

Esse processo leva algum tempo e depende diretamente do tamanho da máquina virtual existente.  É possível acompanhar o andamento da conversão e ao término uma mensagem de finalização é apresentada.

3 – Agora temos o arquivo exportado e compatível com outras soluções de virtualização. Para importar no Virtual Box, basta abrir o painel da Virtual box e escolher no menu importar appliance, escolhendo o arquivo .ova gerado no processo de export.

Uma nova máquina será criada no Virtual Box, usando os dados exportados pelo VMWare.

4 – Se tudo deu certo, a máquina estará pronta para uso. 😉

Funcionou ?

Para saber mais: http://www.vmware.com/resources/techresources/1013